
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Sem chão.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
"Janeiro"

Chuva-janeiro, verão-janeiro, mortes-janeiros, tragédia Rio de Janeiro 2011...
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Ano novo...

Vida nova, objetivos novos, post novo rsrsrs.....
A Passagem do Ano (por Carlos Drummond de Andrade).
“O último dia do ano não é o último dia do tempo.
Outros dias virão e novas coxas e ventres te comunicarão o calor da vida.
Beijarás bocas, rasgarás papéis, farás viagens e tantas celebrações de aniversário, formatura, promoção, glória, doce morte com sinfonia e coral, que o tempo ficará repleto e não ouvirás o clamor, os irreparáveis uivos do lobo, na solidão.
O último dia do tempo não é o último dia de tudo.
Fica sempre uma franja de vida onde se sentam dois homens.
Um homem e seu contrário, uma mulher e seu pé, um corpo e sua memória, um olhar e seu brilho, uma voz e seu eco, e quem sabe até se Deus…
Recebe com simplicidade este presente do acaso.
Mereceste viver mais um ano.
Desejarias viver sempre e esgotar a borra dos séculos.
Teu pai morreu, teu avô também.
Em ti mesmo muita coisa já expirou, outras espreitam a morte, mas estás vivo. Ainda uma vez estás vivo, e de copo na mão esperas amanhecer.
O recurso de se embriagar.
O recurso da dança e do grito, o recurso da bola colorida, o recurso de Kant e da poesia, todos eles…e nenhum resolve.
Surge a manhã de um novo ano.
As coisas estão limpas, ordenadas.
O corpo gasta, renova-se em espuma.
Todos os sentidos alerta funcionam.
A boca está comendo vida.
A boca está entupida de vida.
A vida escorre da boca, lambuza as mãos, a calçada.
A vida é gorda, oleosa, mortal, sub-reptícia.”
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Exatamente como penso...

Fizeram agente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Palavras ao vento...
Eu quero tudo...quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
O corpo Sonoro do Ator 2 semestre
E no fim tudo deu certo, conseguimos montar nossa apresentação de encerramento. Aliás, encerramento palavra que digo com um aperto no coração, pois infelizmente chegamos ao fim da oficina, mas como tudo flui e nada persiste ou permanece o mesmo, podemos ver esse encerramento como um incentivo p/ para novos desafios, novos trabalhos e continuar assim se renovando sempre como profissionais.
Dentre muitas coisas que aprendi na oficina, uma talvez a mais difícil p/ mim foi, acreditar. Acreditar em mim, e em tudo que faço, acreditar com toda a sinceridade do meu coração nas coisas que sinto e que posso ir mais além do que pensava.
No mais, sei que vai ficar saudades dos que não mais verei no dia a dia :[ .
Na última apresentação, estávamos no camarim antes de entrar no palco, quando um colega da oficina disse que a muito tempo não se sentia feliz assim, como estava naqueles dias de apresentação, dai parei p/ refletir sobre tudo que passamos e naquele dia que era tão especial p/ gente, a emoção a flor da pele com adrenalina minutos antes de entrar e se fortaleceu mais ainda e mim, dentre de tantas as dúvidas que venho passando, minha certeza de que quero muito isso p/ mim.
Termino essas palavras dizendo "Baca" a todos nós, pra quem não sabe significa merda em japonês (não podia deixar de perguntar p/ Felipe), kkkk
abç.